Paciente
Descobre o tratamento, responde, acompanha e recebe suporte.
Proposta preliminar · Primeira rodada do MVP
Esta proposta parte de uma hipótese objetiva: validar a vertical capilar com uma jornada ponta a ponta, integrando o que já existe e construindo somente a camada que torna a ElevaMed própria.
Rota proposta
A validarPremissa de entregaPrimeira rodada com entregas por marco. Prazo de referência até 15 de setembro, sujeito às dependências descritas nesta proposta.
Leitura inicial
O paciente vê uma experiência única. Por trás dela, existem decisões clínicas, fornecedores especializados, pagamento, documentos, produção e entrega. O MVP precisa conectar esses pontos sem esconder quem é responsável por cada etapa.
Descobre o tratamento, responde, acompanha e recebe suporte.
Organiza regras, médico, pagamento, documentos, farmácia e status.
O médico decide. A farmácia produz, dispensa e entrega.
Tese de trabalhoIntegrar o que o mercado já resolveu. Construir a camada que faz a jornada da ElevaMed funcionar como um produto próprio.
Riscos que a primeira rodada reduz
O trabalho inicial cria uma base funcional, mas também transforma premissas escondidas em decisões visíveis para o Grupo.
Um "site" pode carregar questionário, médico, pagamento, prontuário, farmácia e suporte. O MVP precisa dizer o que entra agora.
Telemedicina, pagamento e prescrição entram como parceiros. A experiência do paciente e a operação devem permanecer coordenadas pela ElevaMed.
APIs, webhooks, certificados, protocolos clínicos e operação da farmácia precisam estar disponíveis antes da fase que depende deles.
Papel da CompHass
A atuação proposta combina arquitetura, produto e execução técnica. O foco é entregar uma primeira versão funcional sem transformar cada decisão em uma dependência de fornecedor.
Transformar a jornada da ElevaMed em módulos, estados, regras e entregáveis testáveis.
Implementar questionário, regras, orquestração, documentos, backoffice e área do paciente.
Conectar telemedicina, prescrição, pagamento, identidade, mensagens e farmácia.
Conduzir testes por fase, explicitar dependências e preparar o piloto controlado.
Método de entrega
Princípio de controleCada fase termina em algo funcionando. O cronograma depende dos insumos do Grupo e dos fornecedores.
Até 15 de agosto. Landing capilar, questionário com regras definidas pelo time clínico, identificação, consentimento e fila operacional para revisão médica.
Até 31 de agosto. Checkout com pré-autorização, captura ou devolução conforme o resultado, split, prescrição digital, documentos e área do paciente.
Até 15 de setembro. Pedido e status da farmácia, backoffice, métricas e piloto controlado. Rastreio conforme a disponibilidade da operação ou fornecedor.
Resultado esperado e fronteiras
O resultado depende da participação do Grupo, das decisões clínicas, da disponibilidade dos fornecedores e da operação da farmácia. O que a primeira rodada entrega é uma base funcional para testar essas hipóteses.
O Grupo consegue acompanhar o caminho do paciente e identificar onde a operação precisa melhorar.
Regras, estados, pagamentos, documentos e status permanecem organizados na ElevaMed.
Os serviços especializados entram como integrações, com a troca de fornecedor tratada como hipótese de arquitetura.
Depois do piloto, o Grupo terá dados para discutir novas verticais, continuidade e evolução do produto.
Fora desta primeira rodada
Itens abaixo podem ser avaliados depois, mas não fazem parte do valor desta proposta.
Infraestrutura e custo operacional
A arquitetura pode começar enxuta e gerenciada. O objetivo é evitar uma conta imprevisível sem colocar a operação real em uma infraestrutura difícil de sustentar.
Staging e production em namespaces separados, com credenciais, dados e permissões próprias. Nenhum dado real deve circular em staging.
PostgreSQL, object storage, load balancer, secrets, backups, logs, métricas, alertas, registry e publicação controlada.
Sem multi-cluster, service mesh ou alta disponibilidade completa no primeiro momento. A evolução acompanha tráfego e necessidade comprovada.
Por mês, para tráfego baixo, um cluster gerenciado, banco pequeno, armazenamento, load balancer, logs e backups. Estimativa de planejamento.
Por mês no piloto, como ordem de grandeza. Não inclui o custo da nuvem nem taxas que crescem com volume.
Com alta disponibilidade, ambientes completamente independentes, maior retenção de logs, NAT, tráfego externo e banco regional, a ordem de grandeza pode subir para US$ 500 a 900 por mês. Uma VPS pode servir para sandbox, mas não é a preferência para o piloto com pacientes reais.
Investimento da primeira rodada
A primeira rodada é independente de qualquer conversa futura sobre sociedade ou continuidade. Primeiro construímos, testamos e aprendemos juntos.
Escopo fechado, sem cobrança por hora. O contratado são os entregáveis e critérios de aceite de cada fase.
| Fase 1, funil em homologação | R$ 15.000 Previsão: 15/08 |
|---|---|
| Fase 2, pagamento, documentos e área do paciente | R$ 15.000 Previsão: 31/08 |
| Fase 3, farmácia, backoffice e piloto | R$ 10.000 Previsão: 15/09 |
Custos de nuvem, fornecedores, licenças, gateway, prescrição, identidade, mensagens, domínio e demais serviços de terceiros são contratados e pagos diretamente pelo Grupo, em suas próprias contas. Os valores dependem de região, volume e configuração.
Próximo passo
O kickoff começa alinhando o responsável de produto, o responsável clínico, as dependências dos fornecedores e o primeiro fluxo a ser homologado. Depois do piloto, a continuidade pode ser discutida com dados reais de esforço e operação.
Natureza deste documento
Este material é preliminar e não vinculante. Sua finalidade é alinhar o entendimento inicial do cenário, da primeira rodada e das premissas de trabalho.
Escopo final, entregáveis, critérios de aceite, responsabilidades, dependências, prazos, investimento e condições comerciais serão confirmados pelas partes antes do início da execução.